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Sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Mercado de feijão de 27 a 31/01

Publicado em: 31/1/2014


No primeiro dia de negociações desta semana, segunda-feira (27), o movimento foi abaixo das expectativas dos corretores que esperavam um volume maior de vendas tendo em vista a proximidade do fim do mês. Foram ofertadas 22 mil sacas e foram negociadas aproximadamente 18% do total. Os lotes provenientes de Minas Gerais continuavam apresentando problemas gerando uma perda em torno de 6 a 8% de resíduos após o beneficiamento.

Operando com as sobras do dia anterior, na terça-feira (28), as atenções se voltaram para o início de AGF pela Conab já que o carioca extra (nota 9) continuou em torno de R$ 90 a R$ 95 a saca e nas regiões produtoras os preços praticados giravam em torno de R$ 60 a R$ 80 a saca dependendo da qualidade do feijão, valores bem abaixo do preço mínimo que é de R$ 95 a saca para feijão cores.

Na quarta (29) o mercado seguiu calmo. Não havia o carioca extra disponível. Os demais tipos seguiram com preços abaixo de R$ 90 a saca. O preto extra continuou saindo em torno de R$ 145 a R$ 150 a saca. Desde o começo do ano as comercializações são praticamente de produto nacional já que o feijão preto importado segue com preços internacionais elevados, em torno de U$ 1.150 a 1.200 dólares a tonelada.

As vendas já não estavam boas e as novas entradas na quinta-feira (30) e a proximidade do final de semana, deixou o mercado parado. Os corretores acabaram cedendo um pouco para tentar escoar o feijão no disponível, fato este que acabou gerando um recuo nas cotações.

Finalizando as comercializações da semana, na sexta-feira (31), o mercado seguiu calmo e a preocupação continuou voltada ao padrão do feijão ofertado na bolsinha. A maioria dos lotes tem grãos miúdos e/ou outros defeitos como grãos quebrados, bandinhas, etc.

As expectativas para a próxima semana ficam por conta do Governo que é o único que poderá reverter o quadro atual de baixos preços. “Recebemos informação que a partir da semana que vem a Conab já iniciará as aquisições através de AGF, o valor inicialmente previsto é de R$ 100 milhões aproximadamente, para a compra de 64 mil toneladas de feijão (1.066.000 sacas) nos estados de Goiás, Paraná, Minas Gerais, Santa Catarina e São Paulo”, afirma Auro Nagay, diretor do Bolsinha Informativo.



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